BiblioSesc

O BiblioSesc é um projeto de incentivo à leitura que oferece gratuitamente o empréstimo e consulta de livros, jornais e revistas. Uma iniciativa do Departamento Nacional do Sesc, está presente em todo o país. Clássicos da literatura, aventuras, ficções e histórias reais chegam às mãos de leitores de todas as idades e fazem parte da maior rede de bibliotecas móveis do Brasil

O Sesc São Paulo conta com 6 bibliotecas volantes em atividade, localizadas em Campo Limpo, Interlagos, Itaquera, Osasco, Santana e São Caetano, que atendem a diversos bairros em suas regiões.

 

 

Contações de história – Núcleo Histórias de Comadres

16/11, QUINTA, ÀS 15H

17/11, SEXTA, ÀS 15H

18/11, SÁBADO, ÀS 11H

 

O Agogô de Ogum

O Núcleo Histórias de Comadres encontra, nos instrumentos musicais presentes no universo da Capoeira Angola, a inspiração para criar narrativas e imagens. Em “O Agogô de o Ogum” o instrumento de percussão Agogô traz mitos do orixá Ogun e nos mostra a importância do ritmo e a sabedoria do tempo.

Os Gêmeos Que Fizeram a Morte Dançar

Narração livremente inspirada na obra de Reginaldo Prandi que conta como os irmãos gêmeos Taió e Caindê livraram sua aldeia das ameaças da morte. A história tem como base a ideia de sabedoria e astúcia.

 

Iroco, o Orixá Que Vive na Gameleira

Narração livremente inspirada na obra de Reginaldo Prandi, que conta a história de Tomori, a mulher que é transformada em um pássaro pelo orixá da árvore denominada Gameleira. Esta contação de histórias busca aproximar o público à cultura do Candomblé Ketu, uma importante religião afro-brasileira.

 

 

Intervenção – Aboubacar Sidibé e convidados

16/11, quinta, às 11h

18/11, sábado, às 16h

Aboubacar Sidibé e os percussionistas guineanos Aboubacar Cisse e Ibrahima Sory Sako apresentam contos e ritmos tradicionais da Guiné, dentre eles Mamaya, Yankadí, Makru e Triba que dão o tom da primeira apresentação enquanto a segunda apresenta os ritmos Sorsonner, Sinté e Barahoulany. Narração, canto, dança, toque, ritmo, roupas tradicionais e a interação e o envolvimento da plateia dão as tônicas dessa performance.

Aos 10 anos de idade, o guineense Aboubacar Sidibé começa a dançar com um grupo tradicional em sua cidade natal, Kamsar, na província de Boké. Em 2002, aos 20 anos de idade, imigra para a capital, Conacri, onde continua seus estudos de dança e percussão tradicional mandingue em grupos como o Sabougnouman e Fareta, tendo mestres como Nansadi Keita e Mamadou Keita, conhecido internacionalmente como Del Mondo (já falecido). Em 2011 passa a dançar com o ballet particular Bagatai, do dançarino Youssouf Koumbassa, que há mais de 25 anos leciona também em Nova York. Koumbassa é um dos poucos dançarinos da primeira geração do ballet Djoliba que continua no ofício.

Aboubacar Cisse é guineano, nascido em Forecariah em 1975. Ingressou no mundo da percussão tradicional em 1994, tendo Almamy Touré como mestre. Com o grupo Sabougnouman, Aboubacar Cisse participou de uma turnê na França, em Grenoble, por duas semanas em 2005. Permaneceu nesse grupo até 2008. Mudou-se para a capital guineana, Conacri, e ingressou no ballet Afrika Dance, também como percussionista entre 2011 e 2016. Há onze meses no Brasil, apresenta-se com Mariama Camara e, desde fevereiro de 2017, integra o Fareta Sidibé como percussionista.

Ibrahima Sory Sako é guineano de Conacri. Nasceu em 1978 e desde criança apreciava a dança tradicional de seu país. Aos 20 anos realizou seu sonho e foi aprender dança. Seu mestre é Ousmane Yansani, do Ballet Sanké, no centro da capital. Foi dançarino nesse ballet por cinco anos, a partir de 1998. Lá também aprendeu a tocar os instrumentos percussivos tradicionais, como o doundoun, sangban e djembé. De 2009 a 2016 foi bailarino e percussionista no Ballet Nacional Djoliba, com o qual viajou diversas vezes em tournês internacionais, passando por Martinica, Ruanda, Dubai, Gabão, Senegal, Gâmbia, Quênia e Mali. No Brasil desde 2016, atuou como coreógrafo, dançarino e percussionista no Ballet Afro Koteban e, desde fevereiro de 2017 integra o Fareta Sidibé como percussionista, bailarino e cantor.

 

Intervenção Nas abas do meu cordel – Cia. Da Matilde

17/11, sexta, às 11h

18/11, sábado, às 14h

Nas Abas do Meu Cordel é uma intervenção proposta pela Cia da Matilde com a intenção de aproximar o publico da cultura brasileira. Os artistas que se misturam ao publico com seus instrumentos musicais, chamando a atenção através das suas cantigas, e historias rimadas. Em alguns momentos desafiam a platéia para um jogo de trava línguas e adivinhas, depois passam brevemente pela historia do cordel: Como chegou ao Brasil e se instalou no nordeste. E de dentro de sua mala de viagem saem historias de Patativa do Assaré, João Peron, Firmino Teixeira do Amaral, Antonio Américo de Medeiros entre outros. Todas encenadas pelos atores com trilha sonora ao vivo, onde adereços simples ganham novos significados a cada história. O objetivo desse projeto é incentivar a leitura, difundir a literatura de cordel, e proporcionar ao publico uma experiência interessante e leve.

A Cia. da M.A.T.I.L.D.E. (Movimento Artístico para Transformação Integrado pela Liberdade, Direitos e Entretenimento) nasceu em 2004, e é um movimento artístico que administra o único centro cultural privado de São Caetano do Sul, desenvolvendo saraus culturais, oficinas culturais, montagens de espetáculos e intervenções artísticas. Surgiu da necessidade de oferecer às comunidades um espaço onde seja garantido o exercício da cidadania através da arte. Entre os espetáculos do repertório da Cia, estão: “Terra, Você Vai Perder o Chão”, de Ronaldo Ventura, Evas Carretero e Nicole Marangoni, direção de Erike Busoni; “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, direção de Erike Busoni, entre outros.

 

Sarau Elo da Corrente – Periferia Palavra Viva

17 e 18/11, sexta e sábado às 18h

 

O coletivo literário Sarau Elo da Corrente, do bairro de Pirituba (Zona Norte), apresenta o espetáculo “Periferia Palavra Viva”. A apresentação consiste num recital de poesia falada acompanhado de tambores, cantos e palmas que anunciam as intervenções poéticas, que convidam o público a trançar versos da literatura negra, do cordel e da cultura periférica.

 

O Sarau Elo da Corrente é uma roda de poesias realizada mensalmente no bar do Santista, nome do também integrante e anfitrião que, desde 2007, fortalece a literatura e suas vozes nas noites de quinta-feira de Pirituba. O grupo se soma à cena de saraus das periferias de São Paulo e realiza saraus, eventos culturais e publicação de livros segundo eixos de atuação como as culturas negra, nordestina e periférica.

A iniciativa propõe o encontro da comunidade em torno da literatura e procura fomentar a produção de conhecimento oral e escrito. Dessa iniciativa se desdobram outras atividades como a manutenção de uma biblioteca comunitária, um blog e uma editora independente, responsável por publicar as obras dos artistas locais.

Elenco: Michel Yakini, Raquel Almeida, Douglas Alves, Jandir Nascimento, Guiniver Santos, Dani Pereira, Susana Córdoba, Zé Correia, Martinho da Bahia, Sergio Ballouk e Claudio Santista.

 

Mediação de leitura – Collectivus de Leitura

16, 17 e 18/11, quinta, sexta e sábado, das 11h as 18h.

A atividade visa a realização de sessões de mediação de leitura direcionadas ao público da FlinkSampa. O trabalho pretende, a partir da leitura, incitar reflexões e práticas a fim de alimentar e ampliar o debate acerca das questões que envolvem a formação de leitores e o acesso à literatura.

Constituído em fevereiro de 2011, o Collectivus de Leitura nasceu do desejo de disseminar a prática de leitura de literatura, mobilizando pessoas e ocupando espaços públicos urbanos com a realização da ação cultural e artística denominada Mediação de Leitura que preza pela fruição do livro, pela gratuidade e democratização da leitura, pelo acesso às narrativas literárias como um encontro permeado pelo lúdico e por vínculos de afeto. Composto por quatro mulheres com formações acadêmicas e vivenciais distintas, conta, eventualmente, com a parceria de outros profissionais a fim de articular ações e pesquisas que tenham como foco literatura, infância, arte e formação de leitores.