O autor está na mesa que debate a prosa urbana

Nesta quinta, 16 de novembro, às 17 horas, o escritor Fernando Bonassi participa da mesa literária “A prosa Urbana do Brasil Contemporâneo”: diálogos entre a obra de Paulo Lins e a de seus amigos escritores.

Além de Bonassi vão debater Ferréz, Marcelino Freire, além do próprio Paulo Lins, com a do produtor cultural Uelinton Farias Alves.

Biografia – Romancista, contista, dramaturgo, roteirista e cineasta, Fernando Bonassi explica que foi Influenciado pelo filme Hiroshima, Meu Amor, 1959, do cineasta francês Alain Resnais (1922), e, por isso, decidiu fazer o curso de cinema na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP. Em 1987, publica seu único livro de poemas, Fibra Ótica, com os escritores Marcelo Arbex e Nereu Velecico. Dois anos mais tarde, lança seu primeiro livro de contos, O Amor em Chamas, e escreve a primeira peça de teatro, As Coisas Ruins da Nossa Cabeça, cuja adaptação para o cinema, Latitude Zero, relizada pelo roteirista Di Moretti (1961), com direção de Toni Venturi (1955), estreia em 2001.

Ainda no universo da dramaturgia, tem destaque sua peça Apocalipse 1,11, encenada pelo Teatro da Vertigem, em 2000, e publicada pelo grupo, dois anos mais tarde, no volume Trilogia Bíblica. Seu primeiro romance, Um Céu de Estrelas, de 1991, é também adaptado para o cinema ,cinco anos depois de seu lançamento, com roteiro do escritor e cineasta Jean-Claude Bernardet (1936) e do roteirista Roberto Moreira, com direção de Tata Amaral (1961), e para o teatro, com direção da atriz Lígia Cortez (1960).

Cria roteiros para os programas de televisão No Mundo da Lua e Castelo Rá-Tim-Bum, da TV Cultura. Em parceria com Victor Navas, elabora roteiro dos filmes Estação Carandiru – dirigido pelo cineasta argentino Hector Babenco (1948) e baseado no livro homônimo do médico e escritor Dráuzio Varella (1943) – e Cazuza: O Tempo Não Pára – do livro Cazuza: Só as Mães São Felizes, de Lucinha Araújo, mãe do cantor Cazuza, dirigido por Sandra Werneck (1951) e Walter Carvalho (1949)